sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Até onde o estilo interfere?

Sei que o título é ambíguo, mas talvez isso possibilite uma analogia entre os temas. Caso aconteça, sinta-se a vontade para compartilhá-la comigo pelos comentários ou enviando uma mensagem.

Dando uma volta na internet essa noite, me deparei com um vídeo muito interessante. Se trata de uma re-gravação da música mais famosa da cantora Anitta, Show das Poderosas, que recebeu críticas como "Beyoncé brasileira"; por causa dos clipes ousados, acredito. Na verdade, não acompanho nenhuma das duas. O que realmente me chamou a atenção foi a re-gravação do sucesso da música, cujos créditos são dados no início do vídeo. Olem que delícia de som:


Fiquei tão apaixonada que acabei procurando mais sobre o trabalho deles. Muitos elogios, mas também muitas críticas pela "hipocrisia" do povo por agir como se a letra da música agora fosse interessante só pela mudança de ritmo. 
Não tiro a razão das críticas. Eu mesma me senti culpada por perceber que valorizei a música pelo ritmo e ignorei o fato da letra ainda ser a mesma. 
Mas outra coisa que me chamou a atenção foi que só a mudança de ritmo já deu outro significado à algumas partes da música. Então, fica a pergunta, até onde o estilo interfere? Será mesmo que as coisas são vulgares, ou nós a enxergamos vulgarizadas pela malícia que associamos à um ritmo ou roupa e etc? 
Eu acredito que sim que algumas coisas tem malícia natural, mas boa parte delas são nossos próprios olhos e experiências de vida e sociedade que colocam. Fica a ideia para você refletir. 

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